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Mais cinco medidas para reduzir o risco de câncer de mama

No último post, discutimos cinco ações que as mulheres podem tomar para reduzir o risco de desenvolver câncer de mama. Agora, apresentamos mais cinco medidas.

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Essa semana, o The New York Times trouxe o artigo “Como andar a pé pode diminuir o risco de câncer de mama”. Aproveitando a “carona” do Times, vamos recordar que uma das primeiras recomendações feitas neste blog, sobre prevenção a esse câncer, foi a de evitar a obesidade.

Você pode pensar que manter o peso equilibrado e caminhar/exercitar-se significam as mesmas coisas. Mas um estudo recente, publicado na Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, mostrou que a caminhada é benéfica independentemente do seu peso.

Não importa se você está acima do peso, se é magro ou normal, o exercício diário irá beneficiá-la na redução do risco do câncer de mama. Como bônus, além da prevenção, você manterá uma atividade física regular, se não tiver problemas com alguns quilinhos a mais.

6) Exercícios diários – mesmo que seja caminhar

Um estudo da Sociedade Americana do Câncer, com mais de 73 mil mulheres, mostrou que sete horas de caminhada por semana reduziu em 14% o risco de desenvolver câncer de mama. As mulheres que realizaram um exercício mais vigoroso, como correr, andar de bicicleta, nadar ou dançar, por volta de sete horas semanais, tiveram o risco da doença diminuído em 25%. Portanto, caminhar é bom, mas o exercício suado é ainda melhor.

7) Não fume

O aumento do risco é especialmente alto para as mulheres que começam a fumar quando mais jovens. As mulheres que começaram a fumar antes do seu primeiro período menstrual apresentam risco 61% maior de ter câncer de mama do que as não-fumantes. Talvez isso ocorra pelo fato de os tecidos dos seios serem muito jovens e, portanto, mais sensíveis às substâncias cancerígenas presentes nos cigarros.

Esteja alerta para o fumo passivo. Se você vive com um fumante inveterado, mantenha-se longe da fumaça o mais que puder e deixe a casa sempre arejada. Não permita que fumem em seu carro, especialmente, com crianças dentro.

8) Evite comer carnes bem passadas ou carbonizadas

Quando as gorduras da carne são cozidas em alta temperatura, a gordura forma químicos cancerígenos, chamados aminas heterocíclicas. Quanto maior for a temperatura e maior a exposição da gordura ao calor ou às chamas, mais desses agentes cancerígenos são formados. Portanto, evite cozinhar demais as carnes e, especialmente, evite comê-las carbonizadas ou enegrecidas.

9) Limite a terapia de reposição hormonal

Este é um tema complexo e polêmico e a situação de cada mulher é diferente. Se você está considerando fazer a terapia hormonal para ajudar nos sintomas da menopausa, discuta os prós e contras desse tratamento com o seu médico. Se você tomar esses hormônios, considere tomar a menor dose, mas que lhe seja eficaz, pelo menor tempo possível, para limitar o riscos.

10) Tenha filhos antes dos 35 anos

Mais e mais mulheres estão tendo seus primeiros filhos mais tarde, o que tem muitas vantagens. Porém, esteja ciente de que as mulheres que esperam ficar mais velhas para engravidar têm risco um pouco mais elevado para o câncer de mama.

Especialmente se você tem um histórico familiar de câncer de mama, pode pesar esse fator na decisão sobre o momento de ter filhos, se assim desejar.

As mulheres que nunca tiveram filhos também apresentam risco um pouco maior, provavelmente, porque a gravidez faz com que o tecido mamário amadureça, tornando os seios menos sensíveis a agentes cancerígenos.

Durante todo este mês, postaremos dicas de dietas que podem ajudar na redução do câncer de mama em nossa fanpage, no Facebook. “Curta” nossa página e não perca nenhuma publicação.

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