estresse positivo

Estresse positivo

Estresse é uma palavra frequentemente relacionada à algo negativo. Porém, aprender a gerenciar as reações individuais devido ao estresse, pode desenvolver nas pessoas perspectivas mais saudáveis, bem como melhorar o desempenho em testes cognitivos, no trabalho e nas atividades físicas, dizem os especialistas na área.

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Saiba agora um pouco mais sobre a fisiologia do estresse benéfico e do nocivo, e de que maneira podemos fazer para maximizar o recebimento dos benéficos em detrimento dos nocivos.

Nosso organismo, resultado de um processo evolutivo de milhares de anos, desenvolveu uma reação padrão, quando exposto à uma tarefa em que o desempenho, realmente, importe para o cumprimento de metas ou bem-estar. Tal reação envolve: o sistema nervoso simpático, hipotálamo, hipófise, até a liberação na circulação sanguínea, pelas glândulas supra-renais, dos hormônio dos estresse, adrenalina e cortisol, fazendo com que nossos batimentos cardíacos e respiração acelerem, além disso, ocorre tensionamento muscular.

O que acontece a seguir é o que divide o estresse saudável do estresse prejudicial. Pessoas que vivem o estresse benéfico também chamado de “adaptativo” sentem-se mais potentes. Os vasos sanguíneos se dilatam, aumentando o fluxo de sangue para ajudar o cérebro, músculos e membros enfrentar um desafio, sendo similar aos efeitos do exercício aeróbio, de acordo com pesquisa feita pela Dra. Wendy Mendes, professora da Universidade da Califórnia, em San Francisco.

O organismo tende a responder de forma diferente sob estresse nocivo ou ameaçador. Os vasos sanguíneos se contraem, e “você pode sentir um pouco tonto tendo um aumento da pressão arterial, além de arritmia cardíaca”, diz Christopher Edwards, diretor do programa de gerenciamento de dor crônica comportamental na Universidade de Duke. Os sintomas são muitas vezes como aqueles que você sente em um ataque de raiva. Pessoas sob estresse prejudicial perdem a capacidade de voltar a envolver o sistema nervoso parassimpático, que impulsiona as funções naturais  do corpo no dia-a-dia, incluindo a digestão e sono. Enquanto os indivíduos eles podem tolerar o estresse crônico por uma grande quantidade de tempo, ocorre um drástico aumento do risco de doenças, insônia crônica e morte precoce. Outro estudo, concluiu que os homens que experimentam níveis de estresse alto, em eventos ao longo de vários anos, têm uma taxa de mortalidade 50 % maior.

Uma pesquisa da Dra. Mendes, mostrou que a atitude positiva tende a produzir o estresse bom. No estudo, com 50 estudantes universitários, alguns foram treinados para acreditar que sentir-se nervoso ou animado antes de uma apresentação pode melhorar o desempenho. Um grupo controle não recebeu o treinamento. Quando os alunos foram convidados a fazer um discurso sobre si mesmo, aqueles que receberam o treinamento, ao receber feedback crítico, tiveram uma resposta fisiológica mais saudável, levando a dilatação das artérias e um menor aumento da pressão arterial do que o grupo controle. Os níveis mais elevados de amilase salivar, que é um marcador de proteína da adrenalina, também está ligado a episódios de estresse benéfico e foi encontrado em estudos similares.

Empresas e países desenvolvidos, cada vez mais, desenvolvem programas de bem-estar no local de trabalho, objetivando com que seus funcionários estejam na “zona de ótimo desempenho”, aquela aonde o estresse é o suficiente para estimular, melhorar a concentração, além de desafiar a pessoa à novas situações, não sendo nocivo ao organismo. Atitudes deste gênero poderiam ser utilizadas em lugares como, por exemplo, na sala de aula.

Veja agora algumas dicas para manter o estresse benéfico:

– Pensar positivamente sobre os fatores que podem gerar o estresse;

– Treinamento de respiração abdominal profunda;

– Meditação e Treinamento de Atenção Plena.

Acunpultura;

Trabalho com horário flexível;

– Prática regular de exercícios físicos e alimentação balanceada.

Foto: google.com

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